15M: Em meio à greve, ato simbólico lembra desapropriados que morreram após início das remoções

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Em meio ao clima de tensão que tomou conta da Região Metropolitana do Recife por conta da greve da Polícia Militar, Camaragibe recebeu um ato importante neste 15 de maio. O 15M, protesto mundial anti-Copa, em Pernambuco teve como foco denunciar a situação das mais de 200 famílias removidas para as obras de ampliação do Terminal Integrado de Camaragibe e do Ramal da Copa no Loteamento São Francisco.

As famílias do Loteamento São Francisco se uniram a lideranças de diversos grupos estudantis, políticos e de usuários de transporte para pedir o pagamento das indenizações pelas casas demolidas, auxílio moradia e a construção de um conjunto habitacional no local onde elas foram desapropriadas para abrigar aqueles que deixaram de ter casa própria.

A demanda dos removidos bate com a de usuários do transporte público que na semana passada reclamaram dos problemas nos TIs. A não ampliação do terminal de Camaragibe com a implantação do bilhete único poderia facilitar a utilização do terreno hoje em obras muito lentas para construção de moradias.

Depois de encerrado o ato das famílias removidas, jovens continuaram fechando a Avenida Belmínio Correia. Mas o ato simbólico foi pacífico e homenageou também sete moradores falecidos durante o período de negociação com o Governo do Estado e após as demolições.

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